sábado, 31 de maio de 2014

10 materiais inovadores e sustentáveis na construção civil

10 materiais de construção inovadores e sustentáveis

Instituto norte-americano promove concurso para selecionar melhores ideias recentes no segmento de construções verdes.

Entre os anos de 2009 e 2012, o número de prédios brasileiros que obtiveram certificação verde cresceu 412%. Já somos, inclusive, o quarto país com mais empreendimentos certificados pelo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).
Mas você sabe na prática o que faz uma construção ser considerada sustentável?
Para tentar responder essa pergunta, o instituto norte-americano Cradle to  Cradle Products Innovation lançou um desafio para que as fabricantes de materiais de construção apresentassem produtos inovadores de menor impacto ambiental.
Especialistas do setor analisaram 144 inscrições e selecionaram 10 ideias finalistas, considerando critérios como segurança, salubridade, preço acessível, impactos sociais e reutilização.
Conheça agora as ideias selecionadas e escolha as suas favoritas. As três melhores serão premiadas no dia 15 de novembro em Nova Iorque.
1. Ecovative: material isolante a base de fungos que substitui a utilização de espumas plásticas.

2. Bellwether Materials: outra opção de isolante feito com lã de ovelha, que utiliza pouca energia na produção e é seguro para pessoas, ambiente e animais. A lã ainda absorve poluentes do ar e é de difícil combustão em caso de incêndio. 
3. Tintas Ecodomus Matte: derivadas de minerais naturais, não contém toxinas e são hipoalergênicas, além de impedir o surgimento de bactérias do mofo e absorver CO2.







4. Painéis StormWall: sistema de paredes, piso e forro estruturais que substituem o uso de drywall. Absorvem mais de três vezes a quantidade de CO2 emitida em sua cadeia de produção.


5. Cobertura GR Green:
restos de pedra calcária e plástico reciclado (garrafas de leite e sacolinhas plásticas) compõem o produto que custa menos que os concorrentes, tem longa duração (pelo menos 50 anos) e pode ser reciclado.



6.
Biobrick:
bactérias produzem materiais de uma espécie de cimento natural, que possuem custo e desempenho semelhantes à alvenaria tradicional.



7. Ecococon: painéis de palha para construções pré-fabricadas de custo acessível e bom isolamento. 



8. HaploBuilt: materiais biodegradáveis ou recicláveis também utilizados em construções pré-montadas. Dispensam o uso de água e podem ser desmontados e reutilizados em uma nova construção. 

9. Painéis ECOR: feitos de fibra de celulose, são fabricados em um ciclo que reutiliza 99,5% da água necessária para a produção.


10. Dutch Design Initiative: painel reforçado de cimento, madeira e lã, é resistente ao fogo, à água, a insetos, não apodrece e ainda por cima é um isolante térmico e acústico.

 http://asboasnovas.com/mundo/10-materiais-de-construcao-inovadores-e-sustentaveis

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Novas tecnologias móveis direcionadas para as atividades do Engenheiro Civil no canteiro se obras.

Análise - Novas tecnologias para o canteiro de obras pavimentam melhorias na Construção Civil

Por trás da ideia de implantação de tecnologias móveis, existem metas estratégicas para os negócios das construtoras

A utilização de dispositivos móveis e soluções de automatização por empresas do mercado de construção civil ainda se encontra em estado incipiente. O que se tem notado, entretanto, é que o uso de smartphones e tablets no canteiro de obras é uma das principais tendências do setor, pois possibilitará uma melhor gestão de processos e a substituição do controle manual, ainda predominante. Não à toa, levantamento recente do Sinduscon (Sindicato das Indústrias da Construção Civil) em parceria com a FGV mostra que 60% dos empresários do setor têm planos de investir em tecnologia.

Por trás da ideia de implantação de tecnologias móveis, existem metas estratégicas para os negócios das construtoras. Os objetivos principais passam pela tomada de decisão através de informações que confiram maior qualidade e agilidade ao processo, sustentabilidade ambiental e redução de custos.

Esse tipo de preocupação é fundamentada pelo fato de o setor de construção civil ser responsável por 70% dos resíduos gerados nos principais centros urbanos do país, também de acordo com dados do Sinduscon.

Descuidos como o excesso de concreto nas vigas ou desperdício de recursos representam um acréscimo de cerca de 30% nos custos das construções e aumentam de 11% a 20% o volume de materiais. Por essas e outras, as empresas de construção civil buscam cada vez mais melhorar os processos e, consequentemente, diminuir o desperdício de material nas obras.

O desenvolvimento de novas tecnologias e ferramentas com dispositivos móveis ajuda a impulsionar este movimento em direção à melhoria dos procedimentos no canteiro de obras. Por meio de aplicativos que rodam em sistemas operacionais diversos, profissionais que atuam em diferentes departamentos podem ter na palma de suas mãos o melhor gerenciamento das construções em andamento.

As novas soluções disponíveis para mobilidade no setor de construção civil têm característica modular e permitem administrar informações relacionadas ao apontamento de produção, segurança, qualidade e inspeção e controle de materiais. Os dados são recolhidos em tempo real e podem ser integrados aos sistemas de gestão ERP das construtoras e empreiteiras.

Os benefícios são muitos, e todos mensurados com base em indicadores de gestão de custos, planejamento, orçamento, recursos humanos e qualidade. Dentre eles, destacam-se a melhoria do processo de gestão da qualidade, melhor gerenciamento de fotos que identifiquem não conformidades, otimização das equipes, atualização do orçamento executivo, redução das perdas, ajustes e reprogramação das atividades, precisão da análise do custo da mão de obra e redução de retrabalho. Há ainda a eliminação dos formulários em papel ­– e que posteriormente eram digitados em planilhas eletrônicas, sob o risco de falhas humanas, além do tempo despendido para tal tarefa.

As construtoras também podem usufruir das ferramentas tecnológicas disponíveis mesmo após a conclusão da obra. Alguns produtos oferecem a possibilidade de potencializar o serviço de assistência técnica para a solução de problemas comunicados com o empreendimento já entregue e em uso. Por meio dos dispositivos móveis, é possível obter total controle do fluxo de solicitações para identificar e solucionar em tempo reduzido os eventuais transtornos, observando a necessidade de reparo ou não conforme a garantia e o manual do usuário.

Trata-se, portanto, de um caminho sem volta. A implementação de soluções móveis que levam à automatização cumprem com o objetivo de otimizar as inspeções e toda a gestão da obra. Tendo em vista as vantagens ofertadas, não há mais como negar que o avanço tecnológico exclusivo para a construção civil já é um fenômeno essencial. Em um mercado com ampla gama de stakeholders, que conta inclusive com a participação de agentes financeiros, os cuidados tomados durante a gestão do canteiro de obras e mesmo após a conclusão do empreendimento são decisivos para o fortalecimento da credibilidade das construtoras.

Como se pode ver, as consequências são promissoras e proveitosas a todos os envolvidos no universo da construção civil – desde as construtoras e empreiteiras, passando por funcionários até o usuário final. Tendo em vista o ideal de máxima qualidade no canteiro de obras, a mobilidade e a aplicação da tecnologia da informação são novidades que ajudam a pavimentar um caminho de direção única a todas essas vantagens.

Luiz Carlos Mesquita Scheiddiretor Comercial da Teclógica.
 
FONTE:
 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Novas regras para reforma em imóveis entram em vigor no Brasil

Há pouco mais de um mês (exatamente a partir do dia 18 de abril), o Brasil passou a ter novas normas técnicas associadas à reforma de imóveis - organizadas pela conhecida Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). De acordo com tais regras, as obras que lidarem com a parte estrutural do imóvel devem ter acompanhamento de um engenheiro ou arquiteto. Quem não respeitar essas diretrizes - lógico - será devidamente responsabilizado caso a obra apresente algum problema.
Como quase toda modificação pode ser considerada estrutural, ficam liberadas sem acompanhamento apenas minúsculas reformas - como, por exemplo, pintar paredes. Nada pode ser feito ao acaso, tudo precisa de planejamento, e geralmente profissionais qualificados são indicados para isso.
Pausa para pontos positivos da situação: geração de empregos (ainda que temporários) para engenheiros e arquitetos; maior segurança para os habitantes do local reformado.
Nova pausa, para pontos negativos: os principais problemas - apesar de a ideia ser respeitável - são a cultura brasileira comodista, a cultura do "vou fazer o mais barato fácil", e o encarecimento da reforma. É óbvio que, em se tratando de procurar e empregar um engenheiro ou fazer tudo sozinho, a maioria das pessoas escolheria a segunda opção. Poucas pessoas (geralmente, apenas as qualificadas na área o fazem) cogitam a queda de um prédio. Até que, finalmente, ele cai.
Bom, ao menos o Brasil está desempenhando - bastante bem - o papel de preocupado com a segurança das pessoas. Resta, aos brasileiros, a melhor atuação como os sábios que preocupam-se mais com o valor de vidas do que com o peso de uma reforma nos próprios bolsos.
Obs.: Oscar para a ABNT.

Fonte da informação: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/04/novas-regras-para-reformas-em-imoveis-entram-em-vigor-no-brasil.html

por: Gabriel Souza.

terça-feira, 20 de maio de 2014

O que eu vejo a respeito da Engenharia Civil

Este é o início deste blog de um curso que extremamente bom e portanto utilizarei esse espaço para dar minha opinião a respeito dessa profissão. Na época do New Deal, nos EUA, após anos desde o crash da bolsa de valores, houve um investimento maciço em construção, que gerou milhares de empregos e salvou o país da beira do abismo. Nesse cenário, o engenheiro civil foi protagonista desta história que até hoje, no Brasil, ainda faz um imensa falta em virtude de grandes eventos serem realizados tais como a Copa do Mundo 2014 que terá início em aproximadamente 30 dias e as Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro. A infraestrutura, ainda carente, não consegue atender à demanda para receber tantos turistas e eventos grandiosos e percebe-se cada vez mais a necessidade de criação e formação de mais engenheiros civis, já que o mercado necessita de mais ou menos 75 mil engenheiros novos e por ano se formam cerca de 25 mil engenheiros novos.
Essa é minha opinião: um profissional carente no momento e com amplas possibilidades de crescimento, tornando - a a melhor carreira a se seguir dada a atual preferência do mercado e das empresas construtoras.